• Zuppet

A nova família brasileira tem um pet incluído

Como podemos definir família? Acreditamos que são aqueles que estão ao nosso lado, nos apoiando em todos os momentos, dando sua atenção e seu carinho sempre que precisamos. Se você concorda com essa definição, também vai concordar que os pets devem sim ser considerados parte da família.


Somente quem tem um pet sabe o prazer que dá chegar em casa após um dia cansativo, repleto de tarefas entediantes, e encontrar um olhar ansioso de quem esperou o dia inteiro por esse momento. Os sinais de felicidade são bem claros. O rabo balançando, pulos e latidos de êxtase no caso dos cachorrinhos. Um carinho, uma lambida, ou um aconchego no caso dos gatinhos. Receber uma dose desse esse amor incondicional todos os dias faz bem para o corpo e para alma.

Amor à primeira vista

Algumas pesquisas pelo mundo comprovam o que todos que possuem um pet na família já sabem: eles fazem nossa vida melhor de inúmeras formas. Uma delas, realizada por universidades japonesas e publicada na revista Science, afirma: cachorros e seres humanos podem se apaixonar só de olhar um para o outro.



Durante a pesquisa, foram medidos os níveis de ocitocina (conhecido como hormônio do amor) em cãezinhos e seus donos durante 30 minutos de interação. O resultado revelou que os animais que mais observaram os donos neste período foram os que apresentaram picos de ocitocina mais altos. O mesmo ocorreu com os seres humanos que mais interagiam com seus pets. Esse estudo foi replicado em outra oportunidade, agora com lobos que foram criados por humanos, mas nenhuma alteração nos níveis de oxitocina foi registrada.

De um modo geral, os resultados sugerem que enquanto os cães foram domesticados ao longo do tempo, eles provavelmente desenvolveram uma grande habilidade de criar laços com humanos do mesmo modo que têm entre eles.


A ciência só ajuda a explicar um sentimento que está presente em todos os que amam pets: eles são sim, membros da família.